quinta-feira, 26 de maio de 2011

Matéria sobre o tema da Adoção!

Ontem, dia 25 de maio, foi o Dia Nacional da Adoção. Tenho muita admiração por pessoas que fazem este bem para o próximo. Também tenho vontade de adotar filhos em um futuro, acho que é um ato de amor, porque já é difícil criar e educar filhos nossos, aí as pessoas costumar dizer que se já é dificil criar filho que nasceu da nossa barriga, imagine filho dos outros. Mas acredito que a questão da índole do indivíduo, não é genética e hoje publico uma matéria que fiz sobre o tema, com uma personagem que é filha e mãe adotiva e que tem uma história que serve de exemplo.

Dia 25 de maio, comemorou-se o Dia Nacional da Adoção. Instituída pela Lei Federal nº 10.447/2002, a data é o momento propício para que se promova uma maior reflexão sobre o tema, inclusive na perspectiva de conscientizar a população e estimular a adoção de crianças maiores e adolescentes, grupo de irmãos, crianças e adolescentes com algum tipo de deficiência e outros casos de difícil colocação familiar.
A agente de saúde, Aparecida Donizetti Naback dos Santos, é filha adotiva. Ela conta que foi deixada pela mãe biológica aos quatro meses de idade e que foi criada sabendo da condição de filha adotiva. “Minha mãe biológica me deu ainda bebê para meus pais me criarem porque ela não tinha condições, ela foi mãe de 11 filhos e outros irmãos biológicos meus também foram dados para adoção. Fui filha única e criada com todo amor, mas assim que fui crescendo minha mãe me contou que era uma filha adotiva. Era registrada no nome da minha mãe biológica, porém aos 37 anos meu pai me registrou no nome dele. Aos 12 anos cheguei a conhecer minha mãe biológica, mas não tivemos uma convivência, e eu também nunca questionei a atitude dela porque acho que foi a melhor coisa que ela fez, já que me deu a chance de ter uma família estruturada”.
Aparecida Naback dos Santos também é mãe adotiva. Ela tem um filho de 26 anos que adotou com um dia de vida. Para ela a adoção é uma importante ação para se fazer o bem. “ Adotei um menino, que hoje é um rapaz de 26 anos, assim que me casei porque os médicos falaram que eu não poderia ter filhos. Mas logo depois engravidei e tenho um filho de sangue. Eu aconselho os casais a adotarem filhos sem medo, para dar amor a uma criança que está precisando. O fato de ele não ter saído da minha barriga não muda nada, meu filho adotivo é uma benção de rapaz. Digo aos casais que querem adotar que rezem a Deus e adotem uma criança para que seja criada com amor”, diz.
Hoje a agente de saúde cuida de sua mãe adotiva que mora com ela. O pai adotivo já faleceu.
Crianças brancas, recém-nascidas e saudáveis ainda são maioria no ranking de adoção no país. Para tentar reverter este paradigma, uma ONG lançou ontem a campanha: “Adoção: Família para Todos”, em comemoração ao Dia Nacional da Adoção. A solenidade aconteceu no palácio do Planalto, em Brasília.
O evento teve como objetivo sensibilizar a sociedade para a importância da adoção de crianças e adolescentes excluídos pelos perfis idealizados pela maior parte dos pais adotivos.
Dos cerca de 29 mil meninos e meninas que vivem em abrigos no Brasil, apenas quatro mil estão aptos para adoção. Desse total, aproximadamente a metade é de raça negra e 21% possui problemas de Saúde, deficiência física ou intelectual, segundo dados divulgados no último mês, pelo cadastro nacional da adoção.
                                                       Maria Aparecida e sua Mãe, adotiva
 

terça-feira, 24 de maio de 2011

E mais uma vez terreno torna-se lixão

Desde quando voltei a morar em Três Corações e comecei a trabalhar no portal Trescoracoes.net, vi como é constante as reclamações sobre lixo jogados em terrenos. E desta vez o terreno é do município e há muito lixo jogado no local. Máquinas da Prefeitura chegaram a planar o terreno, mas não retiraram os resíduos e sucatas, passaram por cima de tudo. Fiz a matéria e não consegui falar com nenhum responsável - foi um passa, passa, rs- estou esperando uma posição da Prefeitura através do setor de posturas.

O morador da rua 07 no Parque das Colinas, Leci Victor Gallo faz uma reclamação sobre um terreno localizado em frente a sua residência que está servindo de lixão, acumulando, sucatas e sujeira. Segundo ele, o terreno é da Prefeitura Municipal - no local funcionará uma creche - e na última sexta-feira, caminhões da Prefeitura planaram o terreno, mas nenhum lixo foi retirado. Ele comenta que a maior preocupação dele e dos moradores do bairro é em relação a Dengue, já que muitos pneus, móveis e sucatas estão jogados e acumulando água. “Estamos todos preocupados com a dengue, mas tem pessoas não tem consciência e nem responsabilidade do que estão fazendo.  Caminhões da Prefeitura despejaram terras, mas ainda tem muito lixo no local, sucatas, sofás, armários, garrafas com água, pneus, tubos de esgotos, um lixão que acumula ratos, animais peçonhentos, água parada e que serve de foco da dengue”, diz.
Confira as fotos do local:




quarta-feira, 18 de maio de 2011

Também escrevo sobre cultura!

Nas minhas matérias que público, procuro escrever sobre variadas pautas, inclusive sobre Cultura. Esta semana entrevistei os integrantes da Associação Viraminas de Três Corações, que inauguraram o Museu da Oralidade na cidade.

Começa hoje, a 9ª Semana Nacional de Museus. Até o dia 22 de maio, quase mil museus e instituições culturais de 502 cidades de todos os estados do Brasil oferecerão programação especial ao público. O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibran/ Ministério da Cultura) em parceira com os Museus Brasileiros para comemorar o dia Internacional de Museus que é dia 18 de maio .E na Semana Nacional dos Museus, Três Corações ganha o Museu da Oralidade, que será inaugurado hoje, às 19:30 com a apresentação de uma Mostra Audiovisual.
O Museu da Oralidade, um dos trabalhos do Projeto Viraminas, é um museu peculiar. Segundo o coordenador do Viraminas, Paulo Morais, o acervo do Museu não é físico, mas virtual. “O acervo coletado através de nosso trabalho em três anos, está todo no site. Alguns depoimentos foram coletados em texto e outros em vídeos. O objetivo é que o Museu seja colaborativo e que as pessoas que tenha interesse em coletar histórias, depoimentos, participarem de oficinas venha até aqui”.
Andressa Gonçalves, membro da Associação Viraminas conta que o projeto já publicou trabalhos com as histórias coletadas e um e-book (livro virtual) feito com personagens tricordianos está disponível para visualização no site. “Quando começamos os trabalhos do Projeto, 2008, fizemos na cidade de Luminárias o livro “Memórias Iluminadas” com 27 depoimentos de moradores com mais de 70 anos. Através das histórias coletadas pelo Viraminas também fizemos o e-book “Memórias da Educação Tricordiana” com depoimentos de diversas professoras como a mestre Clotilde Iemini e prefácio de Ana Lúcia Gazzola, Secretária de Educação do Estado”.
Na inauguração do Museu serão distribuídas edições da 1ª edição da Revista Ora, que será trimestral e também faz parte do acervo do museu. A edição o depoimento do personagem Isaac Boczar, comerciante tricordiano e uma matéria sobre os nomes das ruas da cidade.
O Museu da Oralidade está situado à Rua Padre Bueno, 170, Centro, ao lado da Escola Luiza Gomes.



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Dia das mães: Época de presentear mães consumistas ou não! rs

Pauta básica para se fazer para o dia das Mães, opções de presentes, para aquelas que fazem de tudo pelos filhos e não medem amor para dar a eles. Então vou postar uma matéria de economia, gerentes de lojas de Três Corações falam das vendas para esta data.

Dia das Mães aquece comércio Tricordiano

O Dia das Mães é a segunda data comemorativa que mais movimenta o comércio durante o ano. Presentear as mães é uma tarefa que pede bom gosto e os lojistas procuram investir em promoções e produtos para atrair mais clientes.
Segundo Renata Pereira Teodoro, gerente de uma loja de cosméticos, neste setor as vendas no Dia das Mães aumentam bastante e os produtos mais vendidos são estojos, sabonetes, perfumes, cremes hidratantes. A meta da loja é crescer em 20% o fluxo de vendas em relação a 2010.
No setor de calçados, a gerente de uma loja Cláudia Fernandes Reis, diz que a época é tão boa quanto o dia dos pais e que as vendas aumentam mais próximo da data. “Este ano estamos com expectativa que as vendas cresçam 10% e agora nesta época de outono/inverno os presentes que mais saem são botas, sapatilhas, sapatos”, conta.
Em relação ao vestuário, a gerente Valquíria Carolina da Silva, conta que já está tudo preparado para o Dia das Mães e a meta é que as vendas nesta época aumente em 30%.
Este ano, a Associação Comercial e Empresarial de Três Corações lançou uma campanha com o objetivo de aquecer ainda mais as vendas para a data. Ueslen do Carmo explica a Campanha do Dia das Mães. “Ela está sendo realizada no período de 13 de abril a 13 de maio e conta com 72 empresas participantes que distribuem cupons para sorteio de nove prêmios, dois vale compras no valor de R$ 500,00 e sete eletrodomésticos”.







quarta-feira, 4 de maio de 2011

Vida de jornalista e torcedora

Depois de três dias pensando. Posto ou não posto?, hoje consegui chegar a conclusão que devo sim postar as fotos que fiz na cobertura do jogo de semi-final do Campeonato Mineiro- Módulo II, que o time da minha cidade Clube Atlético Tricordiano (Galo) disputou contra o Ituiutaba (Boa Varginha), jogo que valia vaga na primeira divisão. Porém, infelizmente o time adversário tinha a vantagem do empate e o jogo terminou em 1 a 1, o que resultou na desclassificação do Galo e impediu que meu sonho de ver um jogo de meus dois times favoritos (Atlético Mineiro e Tricordiano) em 2012. Foi por esta pequena depressão de jornalista torcedora e apaixonada por futebol que eu fiquei em dúvida em postar. Mas como preciso atualizar o blog, com trabalhos jornalisticos meus, aí vai algumas fotos da festa que a torcida tricordiana, que estava bastante otimista, fez no estádio Elias Arbex. 






sábado, 23 de abril de 2011

Ovos caseiros: trabalho prazeroso e rentável

A Pascóa no sentido comercial tem muito a ver com ovos de chocolate. Falo no sentido comercial porque na realidade, no sentido cristão, a Páscoa é só a renovação da vida, já que é a ressureição de Jesus. Porém nesta época as pautas de jornalistas para matérias sobre o tema são quase as mesmas e giram em torno da venda de ovos de chocolate. Portanto hoje posto a matéria que fiz com a doceira Neusa.

Os ovos de páscoa caseiros, recheados, enfeitados e de diversos sabores, garantem um dinheiro extra para as doceiras que fabricam e vendem estes ovos nesta época.  Dona Neusa Auxiliadora Queirós faz ovos de chocolate há vários anos e toda páscoa recebe centenas de encomendas que garantem uma renda extra.
A reportagem do Portal da Cidade conversou com a doceira Neusa Queirós. Ela conta que iniciou esta atividade a pedido da filha que depois começou a levar para a escola e foi pegando encomendas. “Deu certo, fazia para minhas crianças e minha filha vendia no colégio, ai não parei mais. Todo ano tenho cada vez mais encomendas, por isto costumo fazer pronta entrega. Ano passado cheguei a vender 500 ovos, este ano pretendo chegar 1000. Adoro o que faço é tão prazeroso que as vezes acabo conversando com os ovos”, comenta.
Ela explica que busca o material para os ovos fora daqui porque tem mais opção. “Viajo até BH, Campinas, Caxambu para preparar os ovos, porque aqui na cidade tudo é caro então para fazer um preço justo, trago material de fora”.
 


Neusa e seus ovos caseiros

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Que belo trabalho!

Dia 02 de abril foi o Dia Mundial do Autismo. Para falar sobre a data fiz uma matéria sobre o tem a com as reponsáveis pelos os autistas que frequentam a APAE em Três Corações. Estas três entrevistadas deram um show de conhecimento sobre a síndrome e falaram de como lidam com os portadores desta doença. Acredito que a matéria ficou boa, porque esclarece o assunto e demonstra o belo trabalho destas profissionais. Confiram:

O autismo é uma síndrome do desenvolvimento, conhecido como transtorno global do desenvolvimento (TGD). Ele é um transtorno que se manifesta em vários níveis e que tem tratamento. Há tipos de autismo leve e outros mais graves.
Dia 02 de abril é o dia mundial do autismo. Para falar sobre a síndrome e como é feito o tratamento dela com portadores em Três Corações procuramos a fonoaudióloga, Eleonora Maria Teixeira, a supervisora, Geusabel Pascoal e a professora, Vera Lúcia Costa, responsáveis na APAE pelos cuidados com crianças e adultos autistas. Estas profissionais fizeram no final do ano passado um curso de especialização na área.
Segundo a fonoaudióloga, Eleonora Teixeira, para diagnosticar o autismo é necessário utilizar um tipo de avaliação. A mais usada, segundo ela, chama CARS. “Você faz a avaliação e diagnostica qual é o grau do autismo. Geralmente os autistas tem problemas na questão da relação interpessoal, distúrbios sensoriais e na função executiva. Por exemplo, na questão do sentido, aquele cheiro que é sensação agradável para nós para o autista pode não ser, a dor que as vezes ele sente nós não sentimos ou o contrário, os sons, movimentos estereotipados, ausência do olhar. A questão da comunicação e da função executiva, eles fazem as coisas do jeito e no tempo deles, também pesam no tratamento. Existe diferentes graus da síndrome, que vai dos casos mais leves, a pessoa é anti-social até os casos mais graves. Existe também o autismo Asperger que é o dos super inteligentes, superdotados. Aqui na APAE existe uma diferença no tratamento com pessoas com mais idade e com as crianças. Tem pessoas que evoluem com o tratamento co o tempo e outras tem a necessidade de estar no ambiente da APAE”, conta.
A supervisora da APAE, Geusabel Pascoal comentou sobre a necessidade de fazer o curso de especialização para lidar com os portadores da síndrome. “Devido ao grande número de alunos autistas que temos aqui é que fizemos o curso e escolhemos a professora que mais tinha perfil para lidar com estes alunos. A essência para lidar com o autista é ter um ambiente tranqüilo, uma rotina saudável, trabalhar com os canais e conhecer aquilo que o autista gosta”.
A professora da turma de autistas, Vera Lúcia Costa, fez o curso e contou como é seu trabalho com as crianças na fase dos cinco anos, um número de cerca de 12 alunos. “Após a implantação do aprendizado do curso, os alunos evoluíram e esta melhora esta sendo sentida pelos pais. O principal no tratamento de crianças autistas é monitorar a higiene, alimentação, a comunicação, os jogos, o entretenimento, toda orientação de coordenação motora, o comando, a relação interpessoal e a capacidade de imaginação” diz. Ela reforça a necessidade da presença dos pais no tratamento da criança que tem esta síndrome. “ Para este resultado é necessário trabalhar através de uma rotina, em conjunto com os pais, que devem mandar o copo, o prato, aqueles objetos pessoas que eles gostam. A participação dos pais é fundamental em toda melhora e até mesmo na afetividade”.



A esquerda, a fonoaudióloga Eleonora, ao centro, a supervisora Geusabel, e a direita, a professora  Vera Lúcia